quinta-feira, 29 de março de 2012

Uma breve apresentação



Como todos já devem ter percebido tem uma pessoa nova na casa, sentadinha do lado da Valéria.  Sou eu! Meu nome é Maria Clara, tenho 25 anos, sou RP, canhota, palmeirense, percussionista, fotógrafa, aquariana, tenho uma coleção imensa de guardanapos coloridos, ando de skate, amo minhas cachorras e nado desde os três anos.  Nasci numa noite de verão perto do Carnaval. Imagina o pique!  

Estou na LVBA há duas semanas e escrevo aqui para que vocês saibam um pouco de mim.
Por enquanto não tenho muito o que falar, pois é tudo muito novo pra mim, mas já posso dizer que estou adorando o ambiente e me sentindo super bem tratada.

Se alguém quiser saber um pouco mais sobre mim, é só me procurar. Acredito que em breve volto para contar sobre alguma outra coisa. 

quinta-feira, 22 de março de 2012

Novato na área

Primeiramente, olá. Eu sou o Gabriel, tenho 29 anos, gosto de futebol, bla bla bla... Buenas, se a intenção é realmente me conhecer, é só me chamar!

Após esta abrupta introdução (prometo que eu sou mais aprazível do que essa entradinha besta que eu acabei de escrever – acho que é a falta de criatividade do momento), gostaria de agradecer o convite para participar deste blog genérico e pessoal, do qual eu já me interessei. E, como post de estreia, nada mais justo do que me introduzir e tentar atiçar alguma curiosidade (vai saber, né?).

Acabo de chegar aqui na LVBA. E, sendo bem sincero, não conhecia muito do tamanho histórico da agência, já havia ouvido falar no nome anteriormente e conhecia a Rubia mas, além disso, nada. Cheguei pois precisavam de alguém para cuidar do ambiente online do CTC e, além de eu ser um comunicador de redes sociais, vivi no Canadá por 1 ano, então acho que acabou juntando a fome com a vontade de comer. E eu posso dizer que tenho bastante fome.

Você pode ainda não me conhecer, mas provavelmente em algum momento eu me meta no seu trabalho. Calma, não sou o cara que se joga em cima e atrapalha toda uma estrutura criada, mas eu sou aquele que quer saber de tudo. Se isso lhe incomoda de alguma forma, é só falar.

Eu ainda estou meio deslocado. Culpa de ninguém, que fique bem claro. Eu não sou uma pessoa socialmente estranha nem muito menos considero as pessoas aqui distantes, mas isso faz parte. Espero que, agora que estou por aqui, possa desenvolver não só um baita dum trabalho bacana, mas também que eu consiga fazer parte deste grupo que me parece bastante unido.

Enfim, acho que como início é isso, pessoal. Querem saber mais, é só vir perguntar. Prometo que eu não mordo!

quinta-feira, 15 de março de 2012

Ainda querem fazer uma Copa do Mundo aqui...

Na maratona diária para sobreviver ao transporte público, passamos por cenas engraçadas, chocantes e até de muita indignação. Mas o que tem me chamado atenção ultimamente são os tipos de pessoas que usam o transporte público. Que fique claro, caro leitor, que não estou aqui para julgar ninguém, apenas para despertar seus olhares curiosos para um novo tipo: os “Ainda querem fazer uma Copa aqui...”.

Os “Ainda querem fazer uma Copa aqui...” vivem em locais desconhecidos, mas saem para caçar em horários de pico – há relatos de que algumas espécies saem a qualquer hora do dia – e se alimentam de pequenos a grandes tumultos para se manifestar. Sejam esses acontecimentos de ordem real ou acidental, como uma grande pane de sistema até um tombo de uma velhinha, que impede a passagem de outras pessoas. Para estimular a caça e garantir mais tempo de alimentação, eles gritam em alto e bom som: “Ainda querem fazer uma Copa aqui...” e começam a comentar sobre os problemas de infraestrutura, economia, política e pobreza do nosso País. Neste momento, se tornam os mais engajados e revolucionários seres humanos do planeta e, como uma infecção zumbi, criam novas espécies ali mesmo.

Mais uma vez chamo sua atenção, caro leitor! Não acredito que tenhamos condições para receber com maestria um evento tão grande como a Copa do Mundo, o problema aqui é um novo tipo de pessoas, os “Ainda querem... blá blá...” Eles estão fazendo a alegria do meus dias de ônibus e metrô, chegam a ser mais engraçados que os funkeiros que dançam sentados, os velhinhos que brigam por lugar e por ficarem em pé, os usuários de Nextel que desconhecem a função privada e apresentam seus amigos do outro lado da linha para nós, as crianças que insistem em chorar muito porque a mãe não quer deixá-los subir no banco etc...

E para quê eu escrevi tudo isso? Para mostrar a vocês uma nova espécie cômica e para verificar daqui alguns meses se esses movimentos em transporte público se tornaram uma reclamação/manifestação legítima de pedido de ordem e condições de infraestrutura ou se são formados apenas mais alguns reclamões.

Luciana Rodrigues Não aguenta mais usar o metrô todos dos dias, mas ainda consegue se divertir com o que vê. Talvez um dia escreva um livro sobre as mil histórias que já viu no “coletivo” e dedique um capítulo inteiro às espécies que nele existem.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Livrai-nos do mal. Amém!

“Meu filho, já que és um empresário, entenda que, para que sua empresa possa ser bem vista junto a todos os seus públicos, é importante que você perceba a importância da boa comunicação. Não deixe que os sete pecados capitais dominem a sua gestão.

Explico melhor. Ordenando os pecados pela ordem alfabética, começaremos com a AVAREZA. Serei o portador da má notícia: é necessário, sim, colocar a mão no bolso. Comunicação é atividade profissional que exige técnica e conhecimento. Um plano de comunicação é uma bússola capaz de orientar a empresa em seu rumo. Neste plano, são definidos o posicionamento buscado, os públicos com os quais a empresa precisa manter diálogo, a percepção que estes públicos têm e como isso pode ser mudado.

A GULA é agir compulsivamente. É ser incapaz de ouvir o que seus públicos estão pensando sobre a sua marca. É jamais usar as redes sociais e as centrais de atendimento para ler tendências e se antecipar aos anseios. Já a INVEJA é velha conhecida das empresas.

Ao invés de olharem para si e criarem suas ações de comunicação a partir das suas necessidades, ficam olhando o concorrente e imitando suas ações. Empresas têm individualidade, são diferentes, mesmo quando atuam no mesmo segmento.

E por que falam mal de mim? Por que não tenho defensores? Chegamos à IRA. Muito fácil chorar e esbravejar se você, empresário, nunca pensou em criar defensores. Em estabelecer uma comunicação verdadeira, transparente, organizada e sistemática.

Já na LUXÚRIA, encontramos empresários que se deixam dominar pelas paixões, que agem e se comunicam com o estômago. São passionais e jamais aceitam opiniões de assessores e consultores. Isso quando não pensam que o mundo é venal! Julgam que a imprensa se vende e é fácil calar o quarto poder. Pobres empresários! Não enxergam que o mundo mudou e que se uma atitude desta se tornar pública – o que é bem possível – estarão arruinados.

E a PREGUIÇA de começar um trabalho de comunicação sabendo que, para ser efetivo, tem de ser duradouro? Aí chega a SOBERBA e diz “para que pesquisa se eu sei tudo o que vão dizer?”.

Empresário amigo, conhecer e reconhecer os sete pecados é um bom início. Agora, o passo seguinte é buscar por profissionais competentes, aqueles que por meio do sacramento da confissão, escutarão suas angústias e assumirão, para si, as penitências para que a glória alcançada seja compartilhada com todos que se relacionam com a sua organização.

Amém!”

Gisele Lorenzetti é profissional de relações públicas, sócia e diretora executiva da LVBA Comunicação e, por dever de ofício, esta sempre em busca de formas didáticas para explicar a importância da boa comunicação para as empresas.

quinta-feira, 1 de março de 2012

"Pra quem eu mando meu curriculum?"

Acontece todos os dias. Por email, Twitter, Facebook, Linkedin, sempre há alguém em busca de uma vaga. Regra geral, eu tenho recebido e distribuído internamente os CVs dos interessados. O problema é que esse é um processo que toma tempo para recolher, analisar e entrar em contato com o pretendente para, então, marcar uma entrevista.

Foi por isso que resolvemos desenvolver nosso Sistema de Currículos LVBA – um cantinho especial em nosso site – que passa a funcionar a partir de hoje, quinta-feira. Nosso sistema é automático, preenchido pelo próprio interessado, indica as vagas disponíveis, classifica e pré-seleciona os candidatos.

Além disso, o sistema permite que o candidato atualize permanentemente seu currículo e ainda
gera automaticamente um PDF que o interessado pode imprimir ou salvar quando queira.

Dê uma olhada e comente. Aguardamos suas sugestões.

LVBA Comunicação

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

As emoções que o amor nos reserva


Namorar é uma das coisas mais gostosas da vida! Eu particularmente adoro! Tive poucos namorados, mas fiquei muito tempo solteira e isso me fez valorizar, e muito, os homens que estiveram dispostos a estar ao meu lado. Lógico, sou uma pessoa muito amável, mas tenho a personalidade mega forte. Isso sem contar as crises de TPM, que me tornam em uma serial killer e, adivinhem, os alvos sempre são o meu amado e meu irmão.

Crises à parte, o ano passado, vivi uma emoção ímpar. Durante a estadia da minha mãe, Ana Maria, na Nova Zelândia (detalhe, ela foi conhecer o seu primeiro netinho, o Rafael, a coisa mais linda da titia), no Dia dos Namorados, como de costume, a mãe do meu namorado, a Ana Marta, fez um jantar romântico para os amigos íntimos, e lógico que fui convidada. Cheguei antes do horário previsto e meu amado ficou muito deslocado. Não conseguia entender tanto nervosismo, mas deixei pra lá.

A decoração estava linda, a Ana Marta, minha co-mãe, como a chamo carinhosamente, caprichou nos detalhes. O ambiente estava cheio de corações, velas, flores e tudo estava muito lindo, com direito à música romântica ao fundo.

Após o jantar, antes da sobremesa, minha co-mãe trouxe para cada convidado um biscoito da sorte. Logo, alguém propôs que só poderíamos comer depois da leitura da mensagem em voz alta e se, obviamente, ela trouxesse sorte. E combinaram que eu seria a última a fazer isso.

Todos os presentes leram seus desejos de sorte, com exceção do meu cunhado, Caio, que estava com o biscoito sem papel. Distraída, fiquei zombando da cara dele, enquanto todos insistiam para que eu abrisse o meu. Para minha surpresa, ele estava escrito a mão, e eu achei tão querido o gesto da minha co-mãe por ter escrito em cada um. Quanta inocência...

O bilhete dizia: “Parabéns, hoje é o seu dia! Você quer se casar comigo? Amo-te!”.

Chocada e muito emocionada, não conseguia lê-lo em voz alta. Só sei que os segundos foram longos e que rapidamente olhei a mesa e não encontrei nenhum familiar meu. Isso só me fazia chorar ainda mais e as pessoas ficavam olhando para o meu rosto chocadas com minha reação e insistindo para que eu lesse, mas era impossível.

Naqueles instantes, lembrei-me do meu amado e falecido pai, de minha mãe, que estava distante com a minha irmã, e do meu irmão, que ficou em casa assistindo filme. Senti-me sozinha e ao mesmo tempo vibrante quando, finalmente, olhei para o lado e o Brunno estava lá com os olhos marejados e com as mãos estendidas em minha direção, segurando as nossas alianças!

Neste momento, consegui ler em voz alta e fui amparada pelos braços do meu querido, que me beijou sutilmente, entendendo o meu momento de fragilidade.

Enfim, foi assim que vivenciei a emoção de ficar noiva! Justamente no dia em que não fiz nenhuma produção, estava sem maquiagem e com uma roupa qualquer para segurar o frio que fazia naquela noite!

Sempre achei brega dizer, “esse é meu noivo!”, e continuo tendo a mesma opinião (rs). Por isso, toda vez que o Brunno me vê o apresentando para as pessoas como meu namorado, imediatamente me corrige dizendo, “noivo”.

Apesar de nunca ter imaginado casar um dia. Estou gostando dessa ideia. E como já é uma tradição da LVBA tornar as pessoas mais amáveis, carinhosas, férteis, noivas, pedidas em casamento e recém-casadas. Quero comunicar oficialmente que este será o ano do meu casamento!

Pois é, descobri isso ao desejar feliz ano novo para o Brunno, meu noivo (afff, se eu não disser isso ele termina comigo, gente... e não vai pegar bem eu solta por aí, sendo chamada de ex-noiva...rs), que, ao ser abraçado, disse no meu ouvido a data do nosso casamento!!! Aliás, AMEI...

Cho (forma carinhosa que chamo o Brunno), amot e obrigada por me fazer sonhar com coisas que nunca imaginei para mim em toda minha existência!

Para minha mãe Ana e co-mãe Ana só posso desejar muita paciência... A casa de vocês sempre será a nossa casa, não precisa chorar, tá, mamãe?!!! Amo-lhes!!!

Em breve, mais novidades para a toda a equipe da LVBA... Love is in the ar.

Deborah Borges dos Reis acaba de completar seus 30 anos e, apesar de não ter casado antes dos 30, está muito feliz! Principalmente porque não precisará trocar de nome. Por mais um mistério da vida, o seu noivo carrega o mesmo sobrenome que ela. Está curtindo muito a ideia de se vestir de noiva e agora está mais preocupada com questões de saúde e estética... Se já era alucinada e ligada na tomada antes disso, agora ela vai ter um verdadeiro curto circuito!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

E o direito à liberdade de expressão?


Então, chegou a hora de censurar? Parece que estamos voltando no tempo, mais precisamente para a época em que jornais, músicas e televisão não eram livres para falar tudo o que pensavam nem o que queriam. Porém, agora estamos numa nova fase. Uma fase onde qualquer um pode conectar seu celular à internet e compartilhar informações em tempo real. Ou publicar fotos polêmicas. Ou divulgar informações sigilosas.

Pensando bem, parece que estamos caminhando para uma nova forma de censura, não é mesmo? Cada dia mais, estamos preocupados com o que estão dizendo de nós por ai, num ambiente onde não podemos controlar o que divulgam sobre nós. Será que uma foto minha divulgada na internet é minha mesma ou patrimônio público? Puxa... não sei mais o que pensar.

Em tempos de SOPA e PIPA, os projetos de lei para censura da internet, discutimos como anular o pensamento livre na internet, manifestado por nós mesmos, em nossos sites, blogs e perfis nas redes sociais. Ué, mas na hora das eleições, não foram os políticos que criaram perfis para falar diretamente com o povo? Acho que, no Brasil, não deu muito certo, já que trataram os usuários como uma massa amorfa e passiva, pronta a assimilar qualquer mensagem.

Os citados SOPA e o PIPA deram muito o que falar em todo o mundo, mas isso é assunto passado pois os projetos já foram arquivados lá nos Estados Unidos. Ufa, menos mal. Agora só tem um tal de ACTA (Anti-Counterfeiting Trade Agreement) rodando por aí. Ouvi dizer que um tratado mais abrangente e possivelmente mais rigoroso do que as leis SOPA e PIPA, mas quem se importa no Brasil que tudo isso está em discussão?

A abrangência do assunto é muito maior do que uma publicação permite, mas será que você percebe que a sua liberdade está em jogo? O ACTA já foi assinado por 22 estados membros da UE e cada dia mais países discutem e decidem o futuro de suas leis de propriedade intelectual, cultural e tecnológica. No Brasil, no entanto, a posição do Itamaraty não deixa dúvidas que estamos um pouquinho por fora do assunto, já que em nota oficial à EXAME.com, o órgão diplomático brasileiro declara não reconhecer a legitimidade do ACTA, pois isto não foi discutido na ONU. Ufa, parece que por enquanto vai ficar tudo como está. Deixe os grandes discutirem e depois a gente vai atrás. Mas o Brasil agora não é grande também? Não deveríamos estar preocupados com isso? Fiquei mais confusa ainda...

Ao mesmo tempo que queremos a real liberdade de expressão, vemos pessoas que utilizam o seu direito de ir e vir para prejudicar o direito dos outros. Estas são as pessoas que criam perfil no Twitter para divulgar em tempo real onde estão as blitz policiais que tentam combater a embriaguez no volante, ou os Anonymous que, como forma de protesto, tiram sites de instituições financeiras do ar, aumentando ainda mais a sensação de impotência da sociedade.

É, parece que temos muita coisa a discutir, mas vamos deixar para a próxima, né? Não somos nós, brasileiros, que vamos começar falando sobre isso, afinal, aqui tá tudo bem. Com tantos problemas para resolver por aqui, quem vai se preocupar se estamos baixando Michel Teló ilegalmente?

Rubia Pria