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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

34 anos de LVBA - Depoimentos

João Alliotti – 30 anos de LVBA (de 1976 a 2006)


Flavio Piccolo – 24 anos de LVBAflavinho2

“Administrar a LVBA durante todo esse tempo é ficar atento aos sinais da economia, fazer caixa, controlar as despesas e ter um planejamento tributário.  É a medida certa, também, para minha vida pessoal. ”


Maria Nogueira – 20 anos de LVBA

 

Edna Lira – 8 anos de LVBAedna2

“Já tenho um tempinho de casa na LVBA e com esta experiência carrego uma certeza e várias dúvidas. Certeza de que acertei logo de cara, pois encontrei aqui uma boa escola, não só das Relações Públicas, mas da Comunicação.  E dúvidas... muitas dúvidas, mas porque são o mote para os desafios constantes e inerentes ao nosso mercado – eu gosto!”

 

Silvia Lenzi – 2 anos e meio de LVBAsilvia2

“Estou há dois anos e meio na LVBA. Tem sido uma experiência profissional importante, um aprendizado. O encontro de profissionais de gerações e experiências diversas faz da agência um ambiente enriquecedor e motivador. Esse ambiente de respeito, pessoal e profissional, é uma referência no mercado. Outro diferencial da agência é a aposta constante no conhecimento, combustível essencial para que a LVBA continue a ter papel de destaque no mercado de Comunicação por mais 34 anos”.

 

luciana2Luciana Rodrigues – 34 horas de LVBA

“Gosto de trabalhar com pessoas que possam acrescentar ensinamentos a minha vida, seja pela história, pela expertise ou pelo espírito de equipe. Foi isso que me motivou a fazer parte do time da LVBA desde uma simples palestra na faculdade e é isso que acredito ter encontrado.”

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

34 anos de LVBA

Foram incontáveis planos econômicos, diferentes moedas, mudanças tecnológicas numa velocidade cada vez maior. Vão longe os tempos do telex, do mimeógrafo, da máquina de escrever elétrica - a última e corajosa remanescente ainda sobrevive somente graças à burocracia governamental... Desde há 34 anos, naquele 2 de fevereiro de 1976, algumas coisas, porém, nunca mudaram. Como a crença no futuro, como a busca por novas soluções, como a criatividade e a busca de um apuro técnico cada vez maior, como o envolvimento com os nossos clientes.

É por isso que convidamos todos vocês a participarem deste aniversário. Deixe um comentário e diga-nos o que você espera da LVBA para estes próximos 34 anos.

Porque, de nossa parte, é o mínimo de tempo que pretendemos continuar juntos...

Tim-tim

Flavio Valsani e Gisele Lorenzetti são os diretores executivos da LVBA Comunicação, que hoje, 02 de fevereiro, comemora 34 anos.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

AhaUhu, um dia a Bolsa é nossa!!!

Eu de novo, pessoal! Vim compartilhar com todo mundo uma boa notícia: no dia 08 de agosto (sábado agora), a BM&FBovespa estreia um programa semanal na TV Cultura cujo nome é Educação Financeira. “Taí” a chance de muita gente entender mais e melhor este universo do mercado financeiro!!! Já combinei com meu marido que no sábado, entre 10h15 e 10h30, o sofá e o controle remoto são meus... O programa será exibido todo sábado e tem duração de 12 minutos. Rápido, curto, direto e provocativo: fica a sensação de “ããããã, acabou...”. Mas no outro sábado tem mais!!!

Pelo que foi divulgado na mídia (eu, Mesquita, achei que faltou trabalhar mais o tema...), o programa é mais uma estratégia agressiva de popularização do mercado acionário da Instituição: dados apontam que as Bolsas vão investir cerca de R$ 20 milhões em atividades de popularização do mercado. Uau!!! Ano passado foram “apenas” R$ 10 milhões. Um dado interessante: em 2002, o número de pessoas que aplicavam na Bolsa era apenas 85 mil. Com o “Educação Financeira”, a BM&FBovespa espera alcançar uma audiência de cerca de 80 mil pessoas todas as semanas apenas na Grande São Paulo.

O que as Bolsas querem? Multiplicar por dez a base de investidores pessoa física com aplicações em ações nos próximos cinco anos. Com isso, o total de investidores sai dos 521 mil e vai para cerca de 5 milhões... É muita gente, vai ser muito dinheiro. A economia agradece, as corretoras também e eu mais ainda! Apesar de gostar de aplicar, sinto muita falta de me aprimorar ainda mais no tema. Agora eu tenho um programa que vai falar comigo sobre todo este mundo paralelo e surpreendente que envolve dinheiro, escolhas, sorte (sempre tem um pouco disso em tudo na vida)...

Falando em educação financeira: acredito que num país como o nosso ela é essencial e devia fazer parte da grade curricular de escolas e da vida da gente desde criança... Como é difícil lidar com dinheiro! O Brasil é um país que por cultura não é poupador, e isso é crítico. Acho que se a gente aprendesse desde pequeno o “valor” que o dinheiro tem, ia ser bem mais difícil cair no buraco depois de grande. Você já parou para organizar suas finanças? Já teve uma visão ampla de quanto gasta, de quanto ganha, de quanto você precisaria poupar para ter uma vida confortável lá na frente? Eu faço isso todo mês e quero morrer de raiva...

Quem sabe, aprendendo a poupar, a investir, a vida fica mais fácil quando tudo indica que ela será mais difícil?!

Bom, é isso.... Só voltei para compartilhar com todo mundo esta boa notícia!

Daniela Mesquita, ou Mesqui, é uma das 521 mil pessoa física que investe na Bolsa atualmente. Pretende continuar fazendo da base de investidores pessoa física da BM&FBovespa, mas para isso precisa começar a sobrar um pouco mais de dinheirinho!

Leia também: Dá para ficar rico na Bolsa?

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Dá para ficar rico na Bolsa?

Não, pelo menos eu não consegui.... Consegui sim fazer uma graninha que me permitiu comprar umas coisinhas para meu apartamento, para juntar mais um tanto e dar entrada no meu carrinho, para comprar mais ações de uma companhia e deixar lá porque o preço delas despencou... Neste momento mais perco do que ganho, mas fazer o quê? São as conseqüências de investir (pouco) dinheiro na Bolsa de Valores e perder. Mas um dia a coisa melhora – aliás, tem que melhorar!

Comecei investindo na Bolsa de Valores em 2005. Tinha acabado de receber uma rescisão de um contrato de trabalho. Como dinheiro na mão é vendaval (plagiando a música Pecado Capital de Paulinho da Viola), pensei: que destino dar para ele? Se ficar na conta vai evaporar; se eu colocar na poupança, qualquer desculpa servirá para pegar um pouquinho aqui, um pouquinho ali... A melhor solução era, na minha concepção, colocar em uma aplicação que eu não pudesse mexer por um bom tempo.

Duas saídas: abri um CDB, que na época me rendeu bons frutos; e apliquei mais um pouco num tal de PIBB. Descobri este papel lendo uma matéria na Folha de S. Paulo ao fazer o clipping de um cliente. Fiquei louca ao ver a tabela de rendimentos desta aplicação e foi lá que amarrei meu burrinho.

Daí veio aquela coisa: nunca mexi com mercado financeiro, não sei fazer compra ou venda de papéis, nunca operei o tal do home broker, mas não deve ser tão difícil assim, pensei... Liguei para a minha gerente do banco e para a minha surpresa, ela nunca tinha ouvido falar neste tal de PIBB. Guido Mantega, na época presidente do BNDES, e o presidente da Bolsa de Valores, Raymundo Magliano Filho, tinham acabado de lançar para o mercado uma parcela de cotas no valor de R$ 1 bilhão, abrindo assim a segunda temporada de compras de PIBB.

Ah, esqueci de explicar o que é PIBB. Aprendi o significado e a dinâmica dele fuçando em muitos sites – dá sim para aprender a aplicar no mercado de ações lendo bastante. Visitei as páginas do BNDES, da CBLC, um site exclusivo de PIBB, o da Bovespa, de corretoras de valores, da CVM, Anbid, Andima, Apimec, enfim, pesquisei, pesquisei e pesquisei. Os PIBBs (Papéis de Índice Brasil Bovespa) são cotas do fundo PIBB Fundo de Índice Brasil – 50, atrelado de alguma forma ao IBrX 50. Melhor entrar nos sites para entender como ele funciona... Passei a ser visitante frequente de sites relacionados a investimentos, aplicação em bolsas, aprendi a navegar nos sites de corretoras de valores e a operar via home broker, a ter o hábito de verificar as cotações das ações e o desempenho do mercado diariamente. É chato? Não, é muito bom e faz a gente perder um pouco de medo dos números, taxas e regras que permeiam este mundo paralelo.

Resolvi comprar umas cotas e foi a época mais feliz da minha vida no mercado de ações. Um papel que me fez realizar mais de 50% de lucro. Como investidora de primeira viagem, vi aquilo e resolvi vender, afinal era o meu dinheirinho que tinha virado um dinheiro. A rentabilidade dele era baseada nos pontos do Índice Bovespa. Fiquei com medo daqueles números serem surreais e vendi. Mas, para quem era marinheira de primeira viagem, vendi na hora certa, pois os pontos começaram a cair. Ufa!

Mas gostei desta brincadeira. Montei, junto com o meu namorado (agora ela já é meu marido!), uma carteira de ações e fomos comprando um pouquinho aqui, outro ali. Não fizemos muito dinheiro, mas nos divertimos muito! Gastei tudo aquilo que tinha juntado comprando coisas para a minha futura casa. Passado este período, fiquei sem dinheiro nenhum... Mas veio uma graninha extra e resolvi entrar no IPO da Bovespa. Dias felizes vieram novamente. Realizei, em três dias, quase 100% de lucro. Vendi tudo e me preparei para entrar na abertura da BM&F. Quem não tinha conseguido comprar da Bovespa, correu para fila da BM&F. Uau!, pensei. Se for como foi na Bovespa, estou feita!

E foi. No primeiro dia apenas... Quando vi a valorização de quase 30% do papel, falei: vou vender e é agora. Sonho meu.... Entrei no site da corretora (ah, esqueci de mencionar: pago R$ 13 mensais para manter as ações), coloquei a ordem de venda com preço fixado de R$ 26. Quando dei “enter” na operação, o sistema travou (de tanta negociação que estava sendo feita). Liguei para o telefone de operações de mesa. Agora sim, vai dar! Não deu. A previsão de atendimento era de 37 minutos, isso mesmo, 37 minutos. Aos 35, a ligação caiu...

Aliás, não foi só a ligação que caiu. O preço das ações despencou!!! Não consegui vender, paguei uma ligação de R$ 30 de celular (aquela que fiz para a corretora e que, além dos R$ 30, levou toda minha hora de almoço daquele dia) e comecei a tomar prejuízo. Putz, também me pesa a consciência o fato de que, por minha empolgação, um colega da LVBA resolveu aplicar sua graninha nestas ações... Mas fazer o quê? Agora, além de nervos de aço para acompanhar o preço das ações, tenho que ter paciência e aceitar que estas ações viraram como uma previdência complementar. Serão pelo menos dois anos para recuperação total do valor que elas tiveram um dia.

Por isso que eu digo: não dá para ficar rico na Bolsa de Valores com pouco dinheiro. Pelos menos eu não consegui! Minha próxima empreitada são os papéis do Tesouro Direto. Estes sim podem me render alguma coisa. São pagamentos garantidos, com bons juros e que requerem poucos recursos do investidor.

Daniela Mesquita é executiva de Atendimento da Unidade Adriane Fregonesi Froldi. Casou há pouco mais de um mês, o marido quer ter três filhos (e ela prefere ter um filho e investir em duas Ferrari), e virou a mais nova moradora e exploradora da Lapa e adjacências.