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quinta-feira, 10 de maio de 2012

O primeiro de muitos

Em meados de julho de 2011 recebi uma notícia fantástica! O teste de gravidez deu positivo! E, com ele, a vida foi totalmente modificada – ao contrário do que se diz a vida não muda apenas quando o bebê nasce, mas sim quando você vai fazer o teste!

Reuni toda a família e contei a grande novidade. Para o Papai do rebento, a notícia foi contada sem palavras; um par de sapatinhos se encarregou de dizer que alguém muito especial estava chegando! Alguns dias depois, comemorei meu primeiro aniversário como mãe – foi o mais especial de todos e também o mais diferente.

No dia 06 de agosto fomos fazer o primeiro ultrassom. Quem me conhece sabe o quanto eu sou ansiosa. Esperar pelo dia do ultrassom – uns 15 entre o teste e o Dia D – me pareceu que já tinham transcorrido os nove meses da gravidez. Afffff, que desespero. Não esqueço este dia por vários fatores. Vamos ao principal deles: ao iniciar o exame, o médico perguntou: “É a primeira gravidez?”; respondi entusiasmada e medrosa: “Sim. É a primeira.”. E lá veio ele: “Então vou começar com a primeira boa notícia. Parabéns, são gêmeos!!!”. Depois de alguns segundos de puro pânico e muita confusão mental, desandei a chorar. E o meu senhor (o Pai dos pequenos), desandou a gritar: “Eu sabia, eu sabia. Eu tinha certeza. São dois, são dois!!!”. E eu, chorando...

Saímos do exame sabendo que estava tudo bem com os bebês e que eles já estavam na minha barriga há quase três meses... Ah, o outro fator que tornou este dia inesquecível? No caminho para a loja de enxoval de bebês, um grande – grande não, enorme – caminhão atropelou o carro em que estávamos. Foi a primeira grande aventura dos meus bebês!!!

Bom, não vou negar que o pânico que se abateu sobre minha pessoa no exame que nos contou que eram dois bebês continuou a possuir o meu corpo durante vários dias. Aliás, ele ainda me acompanha! Algum tempo depois, descobrimos que Papai do Céu tinha nos reservado duas meninas! Confesso tb que fiquei um pouco chateada, pois um casal seria perfeito.Mas vamos lá, vamos seguir em frente com o que temos, certo?! Durante toda a minha gravidez, fui cercada de muito carinho, muito mimo e descobri que estava rodeada de pessoas iluminadas.Vou citar duas delas apenas como referência, ok?

Deborah – ah, a minha Deda... Foi ela que me acompanhou no laboratório para tirar sangue para o teste e que compartilhou este segredo comigo por vários dias. Ao contrário de todo mundo, fiz primeiro o exame de sangue e depois o de farmácia... Foi a Deborah que desceu comigo no refeitório da LVBA para ler o resultado do exame na tela do computador. Foi ela que viveu comigo a ansiedade de começar uma nova vida!

Adriane – essa se mostrou, novamente, uma verdadeira mãe para mim! Me amparou nos momentos de maior paranoia, me levou comida fresa e saudável durante quase toda a gravidez e entendeu a minha necessidade de ficar ausente do escritório nos momentos finais da gestação. Foi ela tb que chorou no telefone quando liguei para contar que eram duas meninas e que recebeu em primeira (sem considerar a família) mão a notícia de que a bolsa havia estourado!

Vou pular o miolo da gravidez, já que é igual a todas as histórias que vocês já conhecem, com a diferença de serem dois bebês! Chegou o grande dia!!! Em 23 de janeiro de 2012 corremos para o hospital e fizemos a cesárea das meninas, que chegaram seis semanas adiantadas. Foi neste dia que também nasceu a Daniela mãe, uma Daniela mais forte, mais guerreira e mais preparada para a vida. O medo e o pânico continuavam na minha vida, mas tinha que lutar contra eles, já que as minhas filhas precisam de mim inteira, pois passariam seus primeiros 20 dias de vida internadas na UTI. E além delas, precisava lutar contra uma série de complicações pós-parto, que teve até episódios na ala semi-intensiva do hospital.

No dia do aniversário do meu senhor trouxemos as meninas para casa. Tenho certeza que foi o melhor aniversário da vida dele, já que a emoção havia tomado de assalto aquele corpo e aquele ser que queria ser o mais forte e o mais durão do planeta...

Os primeiros dias em casa foram muito difíceis e para preservar a gente destas lembranças, não vou detalhar o que aconteceu. Vou apenas dizer que foram dias intensos, fortes, bonitos, inseguros, felizes e estranhos.

Meu objetivo com este texto é dizer apenas que este será o meu primeiro, de muitos, Dia das Mães, e para contar que, enfim, vou conhecer o outro lado desta data. Já vivo o dia da mãe desde o dia em que descobri que estava grávida, mas confesso que espero ansiosa pela data oficial para entender e descobrir o que acontece todo segundo domingo de maio.

Agradeço a Deus pelas minhas filhas e pela oportunidade de poder viver o Dia das Mães!!!

Daniela Mesquita é uma LVBAna feliz e realizada e suas filhas se chamam Julia (a mais velha) e Giovana. Em tempos de mídias sociais, conseguiu manter este novo momento de sua vida fora das redes, resguardando a privacidade e a magia deste momento. Resolveu, neste Dia das Mães, escancarar a notícia e contar para o mundo o quanto ela está feliz por ser Mãe! 

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Fazer 30 anos seria um rito de passagem?

Quem já passou dessa idade pode até achar que é apenas mais uma fase, mas para aquelas que, como eu, estão prestes a chegar aos 30, a expectativa é muito grande, parece que tudo vai mudar. Uma mistura de sentimentos, dúvidas e ansiedade afloram na cabeça das balzaquianas.

Um dos primeiros questionamentos é “Cheguei definitivamente à fase adulta?”. Depois seguem-se vários outros como “Agora a vida fica mais séria?”; “ Virei coroa ou estou na flor da idade?”; “Passo a ser chamada de tia na rua?”; “Ganharei ainda mais responsabilidades”; “Agora não posso mais errar?”, “Como será minha vida a partir de agora?” entre muitas outras.

E, como se não bastassem essas aflições, algumas pessoas próximas costumam comentar: se você não engordava quando comia muito até agora, depois dos 30 isso muda. Super assustador pensar que depois dessa idade você não terá mais controle nem do seu próprio corpo. Aí também começam as preocupações com a saúde, tem que evitar o sedentarismo, cuidar mais da pele...melhor parar por aqui.

A sensação é que os 30 anos dividem a vida de uma pessoa em antes e depois. Como se antes fosse uma espécie de pré-vida, um momento de aprendizado básico, de esforços, formação cultural e de experiências para conseguir atingir o alto de uma montanha, o ápice da vida, o auge e a plenitude. Até que, lá do alto começa a descida, mesmo que de forma lenta. Como se a sua missão fosse aproveitar o máximo possível em quantidade para que depois dos 30 comece a desfrutar, importando-se mais com a qualidade. Não que acabem as experiências e conquistas, mas elas continuam de uma forma mais madura, ainda mais intensas e significativas.

Agora é para valer, parece que não se pode mais errar como antes. As principais decisões já devem ter sido tomadas como a escolha da profissão, a personalidade, o estilo e até o marido hehe. Não tem mais volta, ou melhor, até tem, mas nada será como antes. Voltar para a casa dos pais, por exemplo, se acontecer, será motivo de fracasso, por que agora sou uma mulher independente e com 30 anos nas costas. Tudo fica mais sério e de “verdade” e é esse peso que causa medo e ansiedade.

Mas tudo isso pode ser “caraminholas” da cabeça das balzaquianas. Enfim, falta menos de uma semana para os meus 30, agora não dá mais tempo de pensar sobre o que gostaria de ter feito nesse “aquecimento” da vida e nem ganhar rugas de preocupação pelo que me espera pela frente. Quero apenas deixar registrado que minhas expectativas são as melhores. Quero estar errada com essas impressões e viver ainda mais intensamente a vida após o 30. Saborear mais, aprender mais, viajar mais e ser ainda mais feliz... Afinal, esse será o ano, coincidentemente, que irei me casar, e ai esse assunto merece outro post com diferentes crises existenciais rs. Finalizo aqui com trechos do livro "A Mulher Madura":
“Fazer 30 anos é como sair do espaço e penetrar no tempo...” “...é mais do que chegar ao primeiro grande patamar. É mais que poder olhar pra trás. Chegar aos 30 é hora de se abismar. Por isto é necessário ter asas, e sobre o abismo voar...”

Luciana Pace Ferraz, jornalista/assessora de imprensa balzaquiana apaixonada por tecnologia que nas horas livres faz balé e pesquisa sobre casamentos.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

LVBA Mobile: Pioneirismo não é pra qualquer um


Uma verdade absoluta: O pioneirismo não é uma característica das mais comuns. Acho que não é preciso explicar, mas o fato é que não se pode inventar uma coisa duas vezes. Isso seria como dar um segundo primeiro passo, não é?

Às vezes, quando dizemos que algo é inovador, podemos contemplar diversos fatores. Mas quando afirmamos que algo é pioneiro, fazemos referência a uma única virtude: coragem. E foi justamente a coragem que permitiu que a LVBA Comunicação fizesse algo impensável (mas que, podem acreditar, em pouquíssimo tempo será também indispensável): a agência se tornou portátil.

Não. Não fiquei maluco...Vou explicar como cheguei a esta conclusão.

Há alguns meses, a LVBA e o Instituto Nokia de Tecnologia (INdT) vinham trabalhando em um projeto para o desenvolvimento de um aplicativo para smartphones que, a um só tempo, disponibilizasse uma série de conteúdos exclusivos aos públicos com quem conversa – clientes dos mais variados segmentos, imprensa, entidades de classe, profissionais de comunicação e por aí vai – e permitisse à agência participar de forma ainda mais próxima do cotidiano desses atores.

Impressionado, tentei um exercício de me colocar nos sapatos destes públicos. Quer dizer: É quase como ser o Comissário Gordon e ter um telefone direto para a batcaverna, não é? Mesmo entusiasmado, não esperava, o que viria a seguir.

Um fato que talvez escape aos que não me conhecem pessoalmente. Sou dotado de uma impressionante ausência de coordenação motora. Às vezes, tenho a impressão de que a simples ação de amarrar os cadarços poderá me causar uma fratura de grau 7 da escala Richter... Não é exagero e, na verdade, acredito até que este fato justifique o rubor, ou o que eu chamo de visível pavor, quando Flavio Valsani sugeriu que eu (o cara com duas mãos esquerdas) testasse o aplicativo mobile da LVBA.

Tentei avaliar as possibilidades e cheguei a duas hipóteses:

a-) O Flavio perdeu a cabeça;
b-) O Flavio perdeu totalmente a cabeça.

A ideia era partir para o teste do tipo Hands On, ou seja, eu passaria o dia com um smartphone Nokia que, além de todos os recursos ainda teria o LVBA Mobile.

Ultrapassando um nervosismo inicial (não sei se isso só acontece comigo, mas sempre fico com receio de telas touch. Sempre acho que vou quebrar a tela, ou algo assim) e depois de, claro, verificar se os jogos daquele aparelho eram interessantes, voltei aos sapatos dos clientes e a um questionamento:

– O que eu faria se um dos meus prestadores de serviço me oferecesse um ponto de contato exclusivo, como este?

Fui então passeando por cada uma das funcionalidades do LVBA Mobile. Verifiquei o “Banco de Fontes”, imaginando que talvez encontrasse ali algum outro cliente atendido pela agência com quem gostaria de trocar experiências. Em seguida, olhei o “Banco de Imagens”, que oferece downloads e a visualização de fotos em alta resolução, e acessei, logo depois, os canais de difusão da agência na web (facebook, linkedin, youtube e twitter – confesso que nesse me demorei um pouco mais, pois acabei entrando em um artigo retweetado pelo perfil da agência). Para finalizar, dei uma olhada no item “Últimas Notícias” e, percebi que estava exagerando, quando comecei a buscar ali notícias positivas que citassem o meu nome.

Confesso que quando devolvi o aparelho, me senti um pouco órfão.

Mas esta sensação ficou para trás quando percebi que aquela experiência inusitada era, na verdade, parte de uma coisa maior. Fazer parte de algo inovador é extremamente gratificante, mas integrar o time de uma agência pioneira é ainda mais. Podem acreditar.

(Além disso, em menos de duas semanas, poderei baixar o aplicativo via www.nokia.com.br/oviloja a qualquer hora e em qualquer lugar. Rá!)
Veja como usar o aplicativo da LVBA aqui.

Wagner Pinho é jornalista e sempre se impressiona com tecnologia. Deixou o aparelho cair uma única vez durante os testes, por sorte ninguém viu.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Vamos para um bom boteco tomar uma cerveja e bater um papo?

Logo cedo, você acorda e liga a tevê para saber os últimos acontecimentos. Após assistir às chamadas do telejornal, pega alguns dos jornais, como o Estadão, a Folha, o Valor ou, mais recentemente, o Brasil Econômico para olhar as manchetes e as principais notícias publicadas. Não satisfeito, liga o computador e checa o que os principais sites de notícias postaram. Essa é a rotina de boa parte das pessoas que trabalham com Comunicação e que têm o fascínio de estarem sintonizadas – ou pelo menos tentarem - com o que anda acontecendo no mundo.

Mas essa rotina anda um pouco diferente atualmente com o nascimento das redes sociais. Nos últimos tempos, novos meios de Comunicação surgiram e, com eles, novas maneiras de as pessoas se comunicarem. Orkut, Twitter, Facebook, LinkedIn e Flickr já fazem parte do nosso dia a dia. Até aqui, nenhuma novidade.

A novidade está que dias atrás fui visitar a minha afilhada e fui surpreendida com duas indagações: “madinha, deixa eu te mostrar onde você acessa as músicas aqui no celular da minha mãe? Olha que legal, eu adoro essa música”, comentou. Logo em seguida me disse: “chegamos do Chile e tenho muita história para te contar. Você já viu as minhas fotos no Chile no Facebook da mamãe?”.

Como assim, quatro anos e já mexe no celular como se fosse uma especialista da área? E fala com uma certa naturalidade do Facebook? Pode parecer que estou meio atrasada com essa evolução dos meios de Comunicação que surgiram. Ainda sou do tempo – não muito longínquo – que se usava a máquina de escrever Olivetti para escrever os textos e ainda me lembro bem das histórias que contavam no curso do Estadão de como os jornalistas enviavam as matérias para a gráfica: por meio de um cano que ligava a redação à área de produção, onde letra por letra era digitada no linotipo.

Fiquei bem surpresa e um pouco preocupada com esse novo mundo moderno (ou pós-moderno) que minha afilhada vive e me pergunto: para onde essa nova geração caminha? Qual será a nova revolução nas redes sociais que vai dominar o mundo e as pessoas? Quem será o próximo gênio do mundo virtual? Enquanto não tenho essas respostas, o novo mundo virtual não surge e a cada dia novos aplicativos aparecem - e confesso que, mesmo com a minha velha Olivetti, me apaixono por essas inovações -, que tal irmos para um bom boteco, tomar uma cerveja e papear como nos velhos e bons tempos do face a face?

Cristiane Pinheiro é jornalista, mas se apaixonou pelas demais ferramentas da Comunicação e pelas Relações Públicas. Depois que entrou na LVBA ampliou, em muito, os horizontes profissional e pessoal. É amante da vida, da música, do bom relacionamento e apaixonada pela Eduarda. Primeira afilhada que, muito antes do que se imaginava, com quatro anos já está inserida no mundo das redes sociais e com sua determinação tem ensinado muitas coisas para sua madinha.