quinta-feira, 28 de abril de 2011

De Bruxelas uma grande notícia

Em Bruxelas, a gente come (muito) chocolate, bebe (muita) cerveja, come (muito) bem e... internacionaliza uma agência. Foi isso o que fizemos, eu e Claudia D’Amato, de 31 de março a 2 de abril, quando a LVBA passou a integrar a rede global PRGN! Essa é a grande notícia!

Em síntese: após um rigoroso processo de seleção, a LVBA foi aceita para representar o Brasil na PRGN – Public Relations Global Network, reforçando a presença da rede nos países emergentes. A LVBA, então, passa a integrar uma rede que está presente em mais de 80 mercados nos cinco continentes, com 42 agências independentes afiliadas e uma equipe de mais de 900 profissionais de comunicação e faturamento anual superior a US$ 110 milhões.

E, não por acaso, lançamos um novo logo para marcar nossos 35 anos. Deixamos de lado o nosso já tradicional preto e vermelho e agregamos muitas outras cores. Isso tudo para traduzir que ampliamos o espectro – não só de cores – mas de atividades, nos lançando mais fortemente nas novas plataformas para a gestão de relacionamento, e de atuação, tendo agora o mundo como limite. E o que é melhor nesta nova associação: continuamos independentes e com capital 100% nacional. Podemos continuar exibindo, com muito orgulho, nossos dois pés de pau brasil – planta símbolo do Brasil - no nosso jardim!

Esta notícia é boa para muita gente. Nossos clientes ganham uma agência global com condições reais de pensar globalmente e agir localmente, onde quer que seja. Ganham, também, porque nós – como profissionais – ganhamos uma rede de relacionamento, troca e diálogo que aumentará muito o nosso poder de análise e entendimento dos desafios contemporâneos. Nossa equipe ganha também com esta rede a oportunidade de interagir com profissionais de mundo todo – para intercambio e reciclagem.

E, falando em equipe, um parágrafo especial para esta grande equipe que constrói esta LVBA colorida, jovem, dinâmica e arrojada. Equipe LVBA – presente e passada - esta conquista é de vocês. A todos, o nosso muito obrigada e duas convocações: primeiro, arregaçar as mangas para dar conta das novas demandas. E, segundo, manter os braços levantados para brindar sempre e mais. Vocês merecem! Tim-tim!

Gisele Lorenzetti, sócia e diretora executiva da LVBA, estava em Bruxelas apresentando a LVBA à PRGN no mesmo dia do seu aniversário. Por isso, saiu de Bruxelas e foi comemorar seu aniversario na Corsega. E, para evitar que alguns achem que o link com a imagem da couve de Bruxelas no início do post é ironia, Gisele afirma que adora a verdura e, na Bélgica, teve diversas oportunidades de degusta-la em diversas receitas.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Fazer 30 anos seria um rito de passagem?

Quem já passou dessa idade pode até achar que é apenas mais uma fase, mas para aquelas que, como eu, estão prestes a chegar aos 30, a expectativa é muito grande, parece que tudo vai mudar. Uma mistura de sentimentos, dúvidas e ansiedade afloram na cabeça das balzaquianas.

Um dos primeiros questionamentos é “Cheguei definitivamente à fase adulta?”. Depois seguem-se vários outros como “Agora a vida fica mais séria?”; “ Virei coroa ou estou na flor da idade?”; “Passo a ser chamada de tia na rua?”; “Ganharei ainda mais responsabilidades”; “Agora não posso mais errar?”, “Como será minha vida a partir de agora?” entre muitas outras.

E, como se não bastassem essas aflições, algumas pessoas próximas costumam comentar: se você não engordava quando comia muito até agora, depois dos 30 isso muda. Super assustador pensar que depois dessa idade você não terá mais controle nem do seu próprio corpo. Aí também começam as preocupações com a saúde, tem que evitar o sedentarismo, cuidar mais da pele...melhor parar por aqui.

A sensação é que os 30 anos dividem a vida de uma pessoa em antes e depois. Como se antes fosse uma espécie de pré-vida, um momento de aprendizado básico, de esforços, formação cultural e de experiências para conseguir atingir o alto de uma montanha, o ápice da vida, o auge e a plenitude. Até que, lá do alto começa a descida, mesmo que de forma lenta. Como se a sua missão fosse aproveitar o máximo possível em quantidade para que depois dos 30 comece a desfrutar, importando-se mais com a qualidade. Não que acabem as experiências e conquistas, mas elas continuam de uma forma mais madura, ainda mais intensas e significativas.

Agora é para valer, parece que não se pode mais errar como antes. As principais decisões já devem ter sido tomadas como a escolha da profissão, a personalidade, o estilo e até o marido hehe. Não tem mais volta, ou melhor, até tem, mas nada será como antes. Voltar para a casa dos pais, por exemplo, se acontecer, será motivo de fracasso, por que agora sou uma mulher independente e com 30 anos nas costas. Tudo fica mais sério e de “verdade” e é esse peso que causa medo e ansiedade.

Mas tudo isso pode ser “caraminholas” da cabeça das balzaquianas. Enfim, falta menos de uma semana para os meus 30, agora não dá mais tempo de pensar sobre o que gostaria de ter feito nesse “aquecimento” da vida e nem ganhar rugas de preocupação pelo que me espera pela frente. Quero apenas deixar registrado que minhas expectativas são as melhores. Quero estar errada com essas impressões e viver ainda mais intensamente a vida após o 30. Saborear mais, aprender mais, viajar mais e ser ainda mais feliz... Afinal, esse será o ano, coincidentemente, que irei me casar, e ai esse assunto merece outro post com diferentes crises existenciais rs. Finalizo aqui com trechos do livro "A Mulher Madura":
“Fazer 30 anos é como sair do espaço e penetrar no tempo...” “...é mais do que chegar ao primeiro grande patamar. É mais que poder olhar pra trás. Chegar aos 30 é hora de se abismar. Por isto é necessário ter asas, e sobre o abismo voar...”

Luciana Pace Ferraz, jornalista/assessora de imprensa balzaquiana apaixonada por tecnologia que nas horas livres faz balé e pesquisa sobre casamentos.

quinta-feira, 7 de abril de 2011